Nada a declarar:

Que ser leve, leve e solta faz toda a diferençaBy Sy – 20/05/2009
SIM!
Mais Que Isso - Ana Carolina
Eu não vou gostar de você porque sua cara é bonita. O amor é mais que isso. O amor talvez seja uma música que eu gostei e botei numa fita. Eu não vou gostar de você porque você acredita. O amor é mais que isso. O amor talvez seja uma coisa que até nem sei se precisa ser dita. Deixa de tolice, veja que eu estou aqui agora inteiro, intenso, eterno, pronto pro momento e você cobra. Deixa de bobagem, é claro, certo e belo como eu quero. O corpo, a alma, a calma, o sonho, o gozo, a dor e agora pára. Será que é tão difícil aceitar o amor como é. E deixar que ele vá e nos leve pra todo lugar. Como aqui...Será melhor deixar essa nuvem passar. E você vai saber de onde vim, aonde vou. E que eu estou aqui
Incerto!
Se puderes ficar, fique!
Mas se não podes, segues.
Sim,
agora ou nunca mais.
Vai
Porque eu tenho pressa em viver.
O caminho se
tornou novo demais
Eu certamente o preciso descobrir
Longo demais...
É!
Eu sei.
Eu sonhei
Acreditei
Vivi
...
Não importa mais o antesE
nem tampouco o depois
Amanhã será outro dia
Eu? Porém serei a
mesma
Mergulhando,
Sonhando,
Buscando
Crendo,
Acreditando outra
vez?
Amanhã é incerto,
Mas certamente virá
Ou não.
Naufraga-se
hoje,
Amanhã? Amanhã a beira do mar
Contemplo outro olhar.
Levantando a
cabeça
Aquietando-me quando a noite chegar.
Seguindo...
By
Sy®
11/02/09
Quero escrever o que não consigo dizer. Desejo-me abrir, como um livro em branco e a cada palavra uma emoção. Um significado, um pedaço de ficção tornado real. Sinto-me a desfalecer, como um sobrevivente num barco no meio de uma tempestade, onde sabe que só um milagre o fará sobreviver. Porque estou assim? Porque não consigo controlar-me? Esse medo do novo. Não quis sofrer mais, por isso decidi afastar-me de toda essa história. Embora ela permaneça. Agora em vez de um coração tenho uma interrogação. Difícil será pedir ajuda, mas porque as vezes fujo de mim mesma. Mesmo sabendo que enfrentar os meus medos tem sido uma constante... Não quero fugir, mas os problemas não desaparecem, apenas adormecem num sono leve. Continuamente dormindo, até um dia que acordam. Eles acordaram. Mais furioso, que maré em ressaca. Será que um dia vou acordar para viver outra vez? Será que algum dia, vou deixar esse medo que sinto agora ir embora de mim. De não precisar de me esconder por detrás dessa máscara. Algum dia terei novamente paz comigo mesmo? Procuro o que? Escondo-me do que? Do sofrimento?! Mas senão sofrer não viverei, ficará sempre a angústia de poder ter feito algo mais, ser capaz de ter feito outra coisa para me mudar a mim. Então o que me falta? Não sei, não me conheço mais, e muito menos sei quem fui de verdade, sou ou serei. Estou sendo uma sentimentalista barato, daqueles livros que se compram, mesmo não sabendo o fim são todos iguais e terminaram de certeza da mesma maneira. Só muda o conteúdo, a forma do conteúdo é sempre mesma. Se calhar não vivo, sobrevivo. Vou sobrevivendo, questionando, esticando a corda. Cobrei e cobro muito a mim próprio agora já não sei quem sou. Perdi-me no caminho, e agora não sei o caminho de volta. Um circulo vicioso, onde já não se sabe onde começou e onde acaba. Ainda terei a tempo, de me encaminhar e não me perder de vez.Alguém saberá me dar essa resposta e tantas outras que eu não sei. Talvez não tenha procurado bem, ou não tenho procurado nos lugares certos. O lamentar não me ajuda em nada, só faz com que tenha incertezas. O frio não passou, o frio que há desde quando comecei a escrever o gelo dentro de mim, a angústia, a tristeza, o sofrimento continua. Não há alegria nos meus olhos, como num dia cinzento onde só chove. E hoje chove muito. Em que meu rosto são as gotas, que caíram nesse dia de temporal. Onde o sol se escondeu, tornou-se cinzento, carregado. Não há cores vivas, mas sim cores mórbidas. Algum dia não mais sentirei frio? De você eu ameiQuando deixei de ter interesse na vida? Quando passei a sobreviver, como um náufrago onde só ver mar e mar e mais mar. Mas acredito que sobreviverei, mas já não tenho a certeza de nada.